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Domingo, 22 Out 2017

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Espanhol cria lâmpada econômica e duradoura e é ameaçado de morte

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Espanhol cria lâmpada econômica e duradoura e é ameaçado de morte

 

Você já ouviu o termo “obsolescência programada”? Trata-se da denominação usada para tratar a data de validade de produtos que poderiam durar muito mais — ou você acha normal que, depois de um ano de compra, aquele seu celular comece a dar problemas? Se você já sentou para conversar com a sua avó a respeito de como eram as coisas no tempo dela, provavelmente já a ouviu falar que antigamente tudo durava mais: de casamento a geladeira.

O que mudou foi a percepção que muitas empresas adquiriram de que, a partir do momento em que algo estraga, um substituto mais novo vai ser comprado e, pela lógica, quanto mais venda, mais lucro. É aí que entra o trabalho do espanhol Benito Muros, que ficou intrigado ao saber a respeito de uma lâmpada que funciona há mais de 110 anos sem nunca ter sido desligada, em uma sede do Corpo de Bombeiros em Livermore, na Califórnia, EUA.

Gênio da lâmpada

Muros fundou então a empresa Sem Obsolescência Programada (SOP) e, depois de estudar a misteriosa lâmpada na Califórnia, descobriu que é possível criar bens duráveis. Em entrevista publicada no portal Terra, ele afirmou que “o consumo de nossa sociedade está baseado em produtos com data de validade. Mudar isso suporia mudar nosso modelo de produção e optar por um sistema mais sustentável”.

O conceito de sustentabilidade, que inclui o uso devido de recursos naturais e a preservação do meio ambiente, pode ser entendido nesse caso já que a criação da SOP propõe a utilização de uma lâmpada que dura mais de 100 anos e que tem 25 de garantia, gerando menor número de lâmpadas queimadas descartadas, diminuindo o consumo de energia em 92% e a emissão de CO2 em 70%.

Ofertas e ameaças

A venda do produto – que custa 37 euros, o equivalente a 102 reais – não é interessante para muitos fabricantes de lâmpadas ao redor do mundo. Muros diz que chegou a receber ofertas grandiosas para tirar o item do mercado e, como negou, está sendo ameaçado de morte. Apesar disso, ele continua trabalhando na SOP e divulgando sua ideia.

Algumas das principais vantagens da lâmpada criada por Muros: não corre o risco de queimar, mesmo que o interruptor seja ligado e desligado várias vezes consecutivas; não produz zumbidos; consegue funcionar em temperaturas de até -45 ºC; são recicláveis e livres da presença de metais pesados.

Uma das curiosidades mais interessantes é que essa lâmpada não fica quente, como a maioria das que você conhece; as lâmpadas convencionais gastam 95% da energia que consomem para produzir calor e, para iluminar o ambiente, sua principal função, apenas 5%. E aí, o que você acha dessa história?

Fonte:www.megacurioso.com.br

 

Energia elétrica pode voltar a subir 20%

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Depois da Medida Provisória dos Portos, o governo Dilma Rousseff terá de fazer nos próximos dias um esforço para conseguir a aprovação de oito medidas provisórias antes de elas perderem a validade.

O risco tem a ver com o prazo de validade de oito medidas provisórias, que "caducam" logo após o feriado. Um problema é que foram contingenciados R$ 17 bi de emendas parlamentares, o que não deixa exatamente felizes os nobres parlamentares. Outro: depois dos portos, Renan Calheiros prometeu não colocar em votação qualquer MP que chegue ao Senado com menos de sete dias para votação.
Depois da Medida Provisória dos Portos, o governo Dilma Rousseff terá de fazer nos próximos dias um esforço para conseguir a aprovação de oito medidas provisórias antes de elas perderem a validade. Às vésperas do feriado de Corpus Christi, o maior empenho volta-se para a aprovação de duas medidas com elevado apelo popular. O temor do Planalto é que, mesmo se forem aprovadas na Câmara, não há garantia de que serão apreciadas a tempo no Senado.
As MPs perdem a validade na segunda-feira, dia 3. Desse pacote, quatro vão caducar e duas devem ser votadas em tempo hábil no Senado, segundo fontes. As duas restantes asseguram o corte na conta de luz, prometido por Dilma, e beneficiam a construção civil e o varejo com corte de impostos na folha de salários.
Nos dois casos, ainda precisam passar por Câmara e Senado. Líderes governistas correm contra o relógio para salvá-las e os peemedebistas prometem, agora, que vão agir como aliados. Com o feriado abreviando a semana e comprometendo o quórum, as chances de aprovação vão até quarta-feira. Para votá-las, os líderes governistas terão de convencer a oposição e parte da base aliada. Mas há outra rebelião: alguns partidos exigem que, antes seja apreciado um projeto que acaba com a multa adicional de 10% sobre o saldo do FGTS dos demitidos por justa causa.
O Planalto opõe-se ao projeto, porque o fim da cobrança retiraria R$ 3 bilhões dos cofres da União. Por isso, acionou o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para que tente adiar a análise da proposta. Só analisamos as medidas provisórias se votarmos o fim da multa adicional do FGTS, disse o líder da oposição, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT). Se ele adiar essa votação, vai mostrar que o Congresso não passa mesmo de um puxadinho do Planalto, criticou. Também querem o fim da multa adicional o PSB, o PSD, o PTB e o PSC. Se a apreciação da proposta for adiada, a oposição vai obstruir as MPs, acrescentou Leitão.
Os dois focos de preocupação do governo na Câmara são MPs baixadas por Dilma para estimular a economia e reduzir custos. A da conta de luz permite a transferência de recursos de um fundo setorial para o pagamento das usinas térmicas. Sem isso, seria praticamente anulado o desconto na conta de luz. Ela é tão importante que o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, telefonou a aliados no fim de semana pedindo empenho na aprovação. Se aprovadas hoje, 28, as MPs chegam ao Senado menos de 24 horas antes do feriado. Nesse contexto, colocam em xeque a promessa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de que não analisaria MPs com menos de sete dias de prazo.

Oito Medidas Provisórias perdem a validade depois do feriado: a MP-597, que isenta do IRPF participação em lucro de até R$ 6 mil; a MP-598, que abre crédito extraordinário no Orçamento de 2012 para órgãos e empresas estatais; a MP-599, que cria dois fundos relacionados à reforma do ICMS; a MP-600, que amplia o limite operacional da Caixa e trata do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste; a MP-601, que prorroga crédito a exportadores e desonera folha de pagamentos da construção e do varejo; a MP-603, que dá socorro financeiro aos agricultores do Nordeste atingidos pela seca; a MP-604, que abre crédito para os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Integração Nacional e a MP-605, que garante a redução de 20% nas tarifas de energia elétrica.

Fonte Carlos Henrique Angelo - ariquemesonline.com.br

Novas Regras de Lâmpadas e Reatores já valem para o Comércio.

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Desde 1º de janeiro, não podem ser comercializados no país lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão, reatores eletromagnéticos para lâmpadas a vapor de sódio e lâmpadas a vapor metálico sem a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), certificação concedida pelo Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia aos produtos registrados em  seu programa  de avaliação e conformidade. A certificação, que começou em 2008 de forma voluntária, tornou-se obrigatória para fabricantes e importadores após a publicação das Portarias 454 e 483 do Inmetro no Diário Oficial da União (DOU), em dezembro de 2010. Definidas no âmbito do PBE- Programa Brasileiro de Etiquetagem, que visa á eficiência energética, as portarias estabelecem requisitos mínimos de avaliação destes produtos. “Todos os fornecedores devem atender as portarias vigentes e os requisitos mínimos de avaliação da conformidade descritos”, explica Alexandre Paes Leme, técnico da divisão de Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro .

 

Fonte: Revista Lumiere

 

Número de reclamações contra elétricas bate recorde na Aneel

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A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) recebeu 84.720 reclamações de consumidores em 2012, segundo o novo relatório da Ouvidoria do órgão. O número representa aumento de 11,8% sobre 2011 e é o maior registrado desde 2005, quando o relatório passou a ser publicado.

As duas principais queixas dos consumidores se referiram aos erros de leitura do consumo mensal e a interrupção no fornecimento de energia. As reclamações em relação à falta de luz dobraram de 2011 para 2012, aponta o relatório.

Nesse ano, houve 325 grandes desligamentos, segundo relatório do Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico, do Ministério de Minas e Energia. A quantidade é inferior à registrada em 2011 (362), mas a dimensão dos apagões foi maior.

Em setembro de 2011, um apagão afetou mais de uma região. Em 2012, quatro desligamentos alcançaram mais de uma região ao mesmo tempo. Somadas, essas interrupções consideradas relevantes pelo governo significaram o desligamento de 65,7 mil MW (é como se o país inteiro ficasse sem luz durante um dia inteiro). Foi o maior volume desligado desde 2009.

No início do ano, a agência divulgou as notas que os consumidores dão para as distribuidoras. Na média, a avaliação piorou. A nota de 2012 foi 61,51 (considerando uma escala de 0 a 100) para o conjunto das 63 concessionárias de energia. Em 2010, dado anterior, o Índice Aneel de Satisfação do consumidor havia sido maior: 64,41.

NÚMERO ELEVADO

Embora o número de queixas represente pouco mais de um milésimo dos domicílios atendidos, o superintendente responsável pela ouvidoria da Aneel, Alex Sandro Feil, diz que o crescimento das reclamações feitas diretamente à agência pode indicar ineficiência das concessionárias no atendimento aos clientes.

"Consideramos o número elevado, mas ainda gerenciável", afirma. Ele não quis atribuir o aumento do número de reclamações a eventual piora no serviço de distribuição.

De qualquer forma, a Aneel deverá definir metas para os serviços de atendimento aos consumidores e às ouvidorias das concessionárias. "A ideia é criar indicadores de atendimento às demandas dos clientes para cada uma das 63 distribuidoras", afirma.

A Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica informou que vai analisar o relatório da Ouvidoria da Aneel. Por ora, não vê relação entre o aumento das queixas e a piora do serviço.

Fonte: AGNALDO BRITO DE SÃO PAULO/ RENATA AGOSTINI DE BRASÍLIA

CONSUMO DE ENERGIA CRESCE 3,5% EM 2012

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O consumo de energia elétrica no Brasil encerrou 2012 com expansão de 3,5%%, totalizando 448.293 TWh, de acordo Com Levantamento anual realizado pela EPE- Empresa de Pesquisa Energética, que acompanha dados divulgados mensalmente pelas principais concessionárias de energia elétrica do País. A pesquisa considera apenas o consumo mensal na rede, isto é sem auto reprodução.

Do total consumido em 2012 327,7 TWh correspondem ao mercado cativo e 120,6 TWh ao mercado livre. Os aumentos no consumo de energia nestes mercados foram de 2,3%e 7%, respectivamente, em relação a 2011.

O desempenho foi atribuído ás maiores demandas dos segmentos de comercio/serviços e residencial, que registraram expansões de 7,9% e 5% respectivamente. Já o consumo eletricidade na indústria não registrou crescimento em 2012, com 183.488 TWh consumidos, contra 183.576 TWh registrados em 2011.

Somente em dezembro, o consumo total de eletricidade no País foi 2,7%  maior que no mesmo mês de 2011, com 37,7 TWh consumidos, dos quais 27,9 TWh no mercado cativo e 9,8 TWh no livre. As variações de temperatura cima das médias históricas em diversas regiões do País, especialmente no Sudoeste, influenciaram nas elevações de 9,2% e 6,9% do consumo comercial e residencial, respectivamente. Já a industria consumiu 3,2%  menos energia, impactada pela tração da atividade em diversos Estados.

O consumo de energia da classe comercial superou 79 TWh em 2012 correspondendo a 17,7%  de toda a energia consumida na rede. Segundo a EPE,a elevação foi atribuída ao aquecimento das vendas no comércio, expansões de shopping centers, maior movimentação na atividade turística e aumento das contratações no setor de serviços.

A pesquisa também apurou um consumo de 117,5 TWh em 61,7 milhões de residências  em 2012, com crescimento de 3% no número de consumidores, resultado da expansão do mercado imobiliário e de iniciativas de extensão do serviço de eletricidade. Em média, cada consumidor demandou 159 TWh por mês, 2% a  mais do que no anterior. Na avaliação da EPE, o  aquecimento do mercado de trabalho, o aumento real da renda de trabalhadores e a expansão do crédito  contribuíram para um maior consumo de eletrodomésticos, como condicionadores de ar. Já a estagnação do consumo de energia na indústria em 2012 foi atribuída á uma combinação de fatores: queda produção industrial em diversas regiões e segmentos, principalmente eletro intensivos como cadeias siderúrgicas, de alumínio de veículos; declínio do consumo industrial  de energia na rede a partir do mês de junho; e, crescimento das atividades nos setores alimentício, agroindústria, extração mineral, construção civil e industria química.

O maior recuo no consumo no industrial de energia foi registrado no mês de dezembro, tanto na comparação anual (-3,2%), como em relação ao mês imediatamente anterior (-3,11%).

De acordo com a EPE, o resultado apurado, reforçado pela estabilidade observada no consumo industrial, em grande parte suprida na alta tensão, e pelo eventual aumento do intercâmbio de energia entre subsistemas, devido as condições de atendimento, sugere que o índice de perdas totais (técnicas e comerciais) possa ter aumentado. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico, o requisito total do sistema ao parque gerador cresceu 4,2% em2012, 0,7 pontos percentuais acima do aumento do consumo.

Fonte: Revista Eletricidade Moderna, março 2013

 

Palestra Steck

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Realizado dia 15 de abril, um treinamento técnico, referente aos produtos da marca Steck na Energiluz

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Novo padrão de tomadas é obrigatório a partir desta sexta

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A partir desta sexta-feira (1º), todos os aparelhos eletroeletrônicos vendidos no Brasil devem ter plugues e tomadas de dois ou três pinos redondos. Os modelos  atendem ao novo Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas e foram desenvolvidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A adequação começou em 2000.

De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), o terceiro pino funciona como fio terra e vai estar presente em aparelhos que em curto-circuito podem provocar choques, como geladeiras, máquina de lavar e micro-ondas. A instituição disse que o modelo foi desenvolvido pela ABNT obedecendo aos critérios segurança, adaptabilidade e custo.

A instituição informou que o consumidor convive com mais de dez tipos de plugues e tomadas e que a padronização reduz riscos de choques elétricos, sobrecarga na instalação elétrica e desperdício de energia. O Inmetro também disse que a mudança não deve trazer novos custos ao consumidor, pois o modelo se conecta a 80% dos aparelhos elétricos atuais.

Em balanço divulgado nesta quinta-feira (30), o instituto afirmou que o padrão está totalmente implantado, com mercado abastecido, baixo índice de irregularidades de produtos à venda e sem abuso de preços ao consumidor. Além disso, o diretor da Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, disse que, desde 2006, todas as novas construções de moradia só recebem o “habite-se” se obedecerem o padrão.

Veja abaixo algumas das principais dúvidas sobre o novo padrão.

Como foi escolhido o padrão brasileiro?
De acordo com o Inmetro, a ABNT adotou os critérios de segurança, adaptabilidade e custo para a escolha do padrão. O instituto diz que modelo reduz os riscos de choques elétricos, se adapta melhor a 80% dos aparelhos atuais e tem melhor custo-benefício para os usuários e empresas.

Por que não foi adotado um padrão universal?
Não existe um padrão universal. Várias tentativas em todo o mundo, inclusive da entidade internacional de normalização do setor, a Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC), não foram adiante. Por esse motivo, países como Estados Unidos, Inglaterra, França, Argentina, Espanha, Colômbia, Chile e Portugal estabeleceram seus próprios padrões.

Por que não adotar o padrão de um parceiro comercial, como EUA ou Alemanha?
O padrão americano possui baixo custo, mas foi feito para trabalhar na tensão de 110 V. No Brasil, há diferentes sistemas de distribuição, com tensões de 110 V, 127 V e 220 V. Já o padrão alemão, considerado o mais seguro do mundo, possui elevado custo e baixa compatibilidade com os plugues e tomadas utilizados no Brasil.

O que são plugues e tomadas padronizados?
As tomadas terão sempre três furos e os plugues terão dois ou três pinos redondos. O pino chato acabou. Além disso, os pinos podem ser de dois diâmetros: com 4 mm ou 4,8 mm.
Aparelhos que operam com até 10 amperes usam o plugue com pinos de 4 mm, e que os que trabalham entre 10 e 20 amperes plugues, com 4,8 mm de diâmetro.

Para o que serve o terceiro pino?
O terceiro pino substitui o fiozinho que vinha em aparelhos como geladeira, máquina de lavar e micro-ondas. Ele se aplica aos aparelhos que precisam de aterramento, ou seja, que em curto-circuito podem provocar choques-elétricos. A descarga passa a acontecer pelo pino. Antes,o fio podia ficar sem função, porque nem todas as construções têm aterramento.

Quais as vantagens?
O formato das tomadas que obedecem ao padrão impede o contato acidental com o dedo na hora do encaixe e evita choques elétricos, plugues com diâmetros diferentes, de acordo com amperagem dos aparelhos, reduz o risco de sobrecarga e os danos ao eletrodoméstico e à instalação, o primeiro contato na conexão de um plugue de três pinos com a tomada é do pino de aterramento – se houver curto-circuito, a descarga elétrica se dá pelo aterramento e não pelo corpo de quem esteja tentando conectar o equipamento.

Os novos plugues e tomadas são de fácil instalação?
A instalação é semelhante à dos plugues e tomadas não padronizados. Porém, como já era indicado anteriormente, é aconselhável que ela seja feita por um profissional eletricista.

Todos os fabricantes deverão fazer as alterações? E os importados?
Sim. Todos os fabricantes de eletrodomésticos devem confeccionar seus equipamentos com os plugues do padrão brasileiro. Os aparelhos importados comercializados no Brasil também devem fazer as alterações.

É necessário substituir todos os plugues e tomadas das residências?
Não. De acordo com o Inmetro, somente em 20% dos casos de eletroeletrônicos haverá dificuldade para conectar plugues e tomadas. Para a conexão desses aparelhos, será necessária a utilização de adaptadores.

O que fazer em caso de um equipamento antigo de dois pinos redondos?
Não é preciso fazer nada. O plugue do seu aparelho é compatível tanto com a tomada antiga quanto com a do novo padrão.

E no caso de um equipamento novo de dois pinos chatos, o que fazer?
Enquanto a tomada for do modelo antigo, não é preciso fazer nada. Porém, ao trocar a tomada da casa ou comprar uma residência que atenda ao padrão brasileiro, há duas opções: usar um adaptador ou trocar o cabo de alimentação do seu aparelho.

E quando o equipamento for novo, com dois pinos redondos, e a tomada for antiga, o que fazer?
Também não é preciso fazer nada. O plugue do aparelho é compatível tanto com a tomada antiga quanto com a do novo padrão.

Fonte: g1.com

2012 – Eletricidade. Um Possível Fim do Mundo?

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Entre o final de agosto e os primeiros dias de setembro de 1859, estupendas auroras boreais puderam ser vistas no céu em vários pontos do planeta. O belo espetáculo de luzes esverdeadas foi documentado nos EUA, em partes da Europa, Japão, Austrália. E o telégrafo deixou de funcionar em vários desses lugares.

 

Era uma tempestade solar – a maior já documentada. Foi quando se descobriu que elas podem ser belíssimas e que comprometem os sistemas elétricos. Há uma nova tempestade destas começando no Sol. Ela deverá chegar ao seu ápice em 2012, quando veremos auroras boreais bem abaixo da Noruega e muito de nosso equipamento poderá deixar de funcionar.

Em março de 1989, quando houve a última tempestade solar intensa, os mais afetados foram os canadenses da região de Québec. A rede elétrica foi a pico e entrou em colapso. O blecaute durou nove horas e deixou sem energia mais de 6 milhões de pessoas. Na Bolsa de Valores de Toronto, quatro discos rígidos de computador pararam de funcionar um após o outro. O pregão congelou – nem o backup continuava de pé – enquanto a equipe de suporte técnico tentava em vão localizar o causador do mistério. Mais de 6 mil satélites saíram de suas órbitas.

Em 2012, pois é. O primeiro a ser afetado será o sistema de GPS. Atravessar o Oceano Atlântico de veleiro, naquele ano, não será uma boa idéia. (A não ser que alguém na tripulação saiba ler um astrolábio. A tecnologia do século 15 funcionará. Principalmente no hemisfério norte, é bem possível que a rede elétrica pare de funcionar aqui e ali.

Esta será a primeira tempestade solar intensa que viveremos em plena era da internet, das redes sem fio WiFi, do GPS de uso vasto. Somos totalmente eletrônicos, digitais. Mas, diferentemente da tecnologia do século 15, a do século 21 é susceptível aos humores da estrela mais próxima. HDs vão deixar de funcionar de uma hora para a outra sem que seus donos compreendam o motivo.

A tempestade começa na superfície do Sol, com um vento solar. É um vento rápido, forte, carregado de prótons e elétrons que são lançados no espaço. A carga afeta os vários planetas do Sistema Solar de forma diferente. O campo eletromagnético da Terra nos protege na maioria das vezes da radiação – mas, nos picos da tempestade, não há jeito que nos salve. Ela vem.

O primeiro resultado é o aquecimento da atmosfera. O ar esquenta, a atmosfera se dilata e abocanha um naco que antes pertencia ao espaço. O resultado prático é que satélites de órbita baixa, repentinamente, não estão mais em órbita e sim na atmosfera. Se bobear, alguns caem.

A radiação de prótons e íons que entram no planeta afetam microchips. Eles param de funcionar. Sim, existem chips resistentes a este tipo de radiação – fundamentais para satélites ou naves espaciais. Mas aqueles encontrados dentro de nossos computadores não são assim.

Outra conseqüência da tempestade solar é que ela induz corrente – sim, surge energia elétrica do nada. Em Québec, o que ocorreu foi isso. Ao encontrar as linhas elétricas, os elétrons se concentraram ali. Deu sobrecarga, o sistema parou. Naquela primeira vez em que uma tempestade assim foi documentada, em 1859, enquanto vários telégrafos paravam de funcionar, ao menos dois operadores descobriram, estupefatos, que podiam continuar sua conversa normalmente mesmo após desligarem suas baterias. A linha estava eletrificada.

Há uma saída, claro: é fazer como Jocelyn Auricchio, especialista em games, ele está construindo uma casa. Nas paredes externas, pôs fios que nascem do telhado e escorregam até o chão, enterrando-se metros abaixo da superfície. É uma Gaiola de Faraday. Serve para desviar a eletricidade estática e proteger seu interior.

Fonte: www.vocesabia.net

 

Aneel aprova medida que pode encarecer energia

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje uma medida que pode encarecer em R$ 1 bilhão a conta de luz dos consumidores brasileiros em 2011. Foi aprovada a regulamentação da nova fórmula de cálculo da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), um encargo criado em 1973 que banca as despesas com a geração de energia no Norte do País, que não é interligado ao Sistema Elétrico Nacional.

As distribuidoras de energia dos chamados sistemas isolados poderão agora ser ressarcidas não apenas dos gastos com a compra de combustíveis, usados para a geração de energia, mas também de outras despesas, como o pagamento de impostos. Essa mudança irá elevar o valor que deve ser alocado na CCC anualmente.

A CCC é um dos encargos setoriais que pesam sobre a conta de luz de todos os consumidores brasileiros. Ela é administrada pela Eletrobras, que anualmente apresenta à Aneel uma projeção sobre qual será o valor a ser repassado para as distribuidoras da região Norte.

De acordo com técnicos da Aneel, a CCC consumiu cerca de R$ 3 bilhões em 2009, valor que foi elevado para aproximadamente R$ 4 bilhões em 2010. A estimativa inicial do órgão regulador é que a despesa da conta este ano chegará a R$ 5 bilhões. O valor exato só deve ser conhecido em abril, quando todas as distribuidoras do Norte do País já terão implantado seus sistemas de apuração de custos.

Fonte: www.diario.com.br

Chuveiro elétrico pode, sim, ser econômico

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Presente em 73% dos lares brasileiros, o chuveiro elétrico sempre foi apontado como o principal vilão da conta de luz. Mas uma pesquisa do Centro Internacional de Referência em Reuso da Água (Cirra), da Escola Politécnica da USP, mostra que tomar banho neste modelo de aparelho é mais econômico do que em equipamentos dotados de aquecedores solares e a gás.

 De vilão, o chuveiro elétrico passou a herói da conta de luz no fim do mês. Vamos à ela. Segundo o estudo, um banho de oito minutos com este aparelho custa, em média, R$ 0,30.  O mesmo banho sai por R$ 0,46 com aquecedores solares tradicionais, ou seja 53%  mais caro. Com aquecedores a gás, o custo é de R$ 0,59 (96% a mais). Com um boiler elétrico, ao custo de R$ 1,08  o mesmo banho sai  260% mais caro do que o chuveiro elétrico.

Outro dado importante da pesquisa é o consumo de água dos diversos sistemas  de aquecimento. Num tempo em que esse recurso é considerado o bem mais escasso do mundo - segundo dados da ONU, 1,8 bilhão de pessoas enfrentarão níveis críticos de falta de água já em 2025 -, a diferença pesa. Inclusive na conta.

De acordo com o estudo, a média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 litros por minuto. Mas no aquecedor à gás, a média foi de 8,7 litros por minuto. Ou seja, 107% maior que o consumo do chuveiro elétrico. Já o aquecedor solar obteve uma média de 8,4 litros por minuto (100% maior do que o chuveiro elétrico) e o boiler elétrico, 8,5 litros por minuto (102% maior do que o chuveiro elétrico).

 Segundo o professor e coordenador da pesquisa, Ivanildo Hespanhol, da Poli, os resultados resgatam o valor do chuveiro elétrico, uma invenção brasileira com mais de 80 anos de vida. "Mesmo antes da divulgação da pesquisa, mais da metade das pessoas que têm chuveiro elétrico em suas casas conheciam outras formas de aquecimento e não trocam o chuveiro elétrico", acrescenta o professor.

 Os resultados fazem parte do estudo Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, elaborado pelo Cirra. A pesquisa teve apoio do Grupo de Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

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