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Domingo, 20 Mai 2012

Noticias

Novo padrão de tomadas é obrigatório a partir desta sexta

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A partir desta sexta-feira (1º), todos os aparelhos eletroeletrônicos vendidos no Brasil devem ter plugues e tomadas de dois ou três pinos redondos. Os modelos  atendem ao novo Padrão Brasileiro de Plugues e Tomadas e foram desenvolvidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A adequação começou em 2000.

De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), o terceiro pino funciona como fio terra e vai estar presente em aparelhos que em curto-circuito podem provocar choques, como geladeiras, máquina de lavar e micro-ondas. A instituição disse que o modelo foi desenvolvido pela ABNT obedecendo aos critérios segurança, adaptabilidade e custo.

A instituição informou que o consumidor convive com mais de dez tipos de plugues e tomadas e que a padronização reduz riscos de choques elétricos, sobrecarga na instalação elétrica e desperdício de energia. O Inmetro também disse que a mudança não deve trazer novos custos ao consumidor, pois o modelo se conecta a 80% dos aparelhos elétricos atuais.

Em balanço divulgado nesta quinta-feira (30), o instituto afirmou que o padrão está totalmente implantado, com mercado abastecido, baixo índice de irregularidades de produtos à venda e sem abuso de preços ao consumidor. Além disso, o diretor da Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, disse que, desde 2006, todas as novas construções de moradia só recebem o “habite-se” se obedecerem o padrão.

Veja abaixo algumas das principais dúvidas sobre o novo padrão.

Como foi escolhido o padrão brasileiro?
De acordo com o Inmetro, a ABNT adotou os critérios de segurança, adaptabilidade e custo para a escolha do padrão. O instituto diz que modelo reduz os riscos de choques elétricos, se adapta melhor a 80% dos aparelhos atuais e tem melhor custo-benefício para os usuários e empresas.

Por que não foi adotado um padrão universal?
Não existe um padrão universal. Várias tentativas em todo o mundo, inclusive da entidade internacional de normalização do setor, a Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC), não foram adiante. Por esse motivo, países como Estados Unidos, Inglaterra, França, Argentina, Espanha, Colômbia, Chile e Portugal estabeleceram seus próprios padrões.

Por que não adotar o padrão de um parceiro comercial, como EUA ou Alemanha?
O padrão americano possui baixo custo, mas foi feito para trabalhar na tensão de 110 V. No Brasil, há diferentes sistemas de distribuição, com tensões de 110 V, 127 V e 220 V. Já o padrão alemão, considerado o mais seguro do mundo, possui elevado custo e baixa compatibilidade com os plugues e tomadas utilizados no Brasil.

O que são plugues e tomadas padronizados?
As tomadas terão sempre três furos e os plugues terão dois ou três pinos redondos. O pino chato acabou. Além disso, os pinos podem ser de dois diâmetros: com 4 mm ou 4,8 mm.
Aparelhos que operam com até 10 amperes usam o plugue com pinos de 4 mm, e que os que trabalham entre 10 e 20 amperes plugues, com 4,8 mm de diâmetro.

Para o que serve o terceiro pino?
O terceiro pino substitui o fiozinho que vinha em aparelhos como geladeira, máquina de lavar e micro-ondas. Ele se aplica aos aparelhos que precisam de aterramento, ou seja, que em curto-circuito podem provocar choques-elétricos. A descarga passa a acontecer pelo pino. Antes,o fio podia ficar sem função, porque nem todas as construções têm aterramento.

Quais as vantagens?
O formato das tomadas que obedecem ao padrão impede o contato acidental com o dedo na hora do encaixe e evita choques elétricos, plugues com diâmetros diferentes, de acordo com amperagem dos aparelhos, reduz o risco de sobrecarga e os danos ao eletrodoméstico e à instalação, o primeiro contato na conexão de um plugue de três pinos com a tomada é do pino de aterramento – se houver curto-circuito, a descarga elétrica se dá pelo aterramento e não pelo corpo de quem esteja tentando conectar o equipamento.

Os novos plugues e tomadas são de fácil instalação?
A instalação é semelhante à dos plugues e tomadas não padronizados. Porém, como já era indicado anteriormente, é aconselhável que ela seja feita por um profissional eletricista.

Todos os fabricantes deverão fazer as alterações? E os importados?
Sim. Todos os fabricantes de eletrodomésticos devem confeccionar seus equipamentos com os plugues do padrão brasileiro. Os aparelhos importados comercializados no Brasil também devem fazer as alterações.

É necessário substituir todos os plugues e tomadas das residências?
Não. De acordo com o Inmetro, somente em 20% dos casos de eletroeletrônicos haverá dificuldade para conectar plugues e tomadas. Para a conexão desses aparelhos, será necessária a utilização de adaptadores.

O que fazer em caso de um equipamento antigo de dois pinos redondos?
Não é preciso fazer nada. O plugue do seu aparelho é compatível tanto com a tomada antiga quanto com a do novo padrão.

E no caso de um equipamento novo de dois pinos chatos, o que fazer?
Enquanto a tomada for do modelo antigo, não é preciso fazer nada. Porém, ao trocar a tomada da casa ou comprar uma residência que atenda ao padrão brasileiro, há duas opções: usar um adaptador ou trocar o cabo de alimentação do seu aparelho.

E quando o equipamento for novo, com dois pinos redondos, e a tomada for antiga, o que fazer?
Também não é preciso fazer nada. O plugue do aparelho é compatível tanto com a tomada antiga quanto com a do novo padrão.

Fonte: g1.com

2012 – Eletricidade. Um Possível Fim do Mundo?

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Entre o final de agosto e os primeiros dias de setembro de 1859, estupendas auroras boreais puderam ser vistas no céu em vários pontos do planeta. O belo espetáculo de luzes esverdeadas foi documentado nos EUA, em partes da Europa, Japão, Austrália. E o telégrafo deixou de funcionar em vários desses lugares.

 

Era uma tempestade solar – a maior já documentada. Foi quando se descobriu que elas podem ser belíssimas e que comprometem os sistemas elétricos. Há uma nova tempestade destas começando no Sol. Ela deverá chegar ao seu ápice em 2012, quando veremos auroras boreais bem abaixo da Noruega e muito de nosso equipamento poderá deixar de funcionar.

Em março de 1989, quando houve a última tempestade solar intensa, os mais afetados foram os canadenses da região de Québec. A rede elétrica foi a pico e entrou em colapso. O blecaute durou nove horas e deixou sem energia mais de 6 milhões de pessoas. Na Bolsa de Valores de Toronto, quatro discos rígidos de computador pararam de funcionar um após o outro. O pregão congelou – nem o backup continuava de pé – enquanto a equipe de suporte técnico tentava em vão localizar o causador do mistério. Mais de 6 mil satélites saíram de suas órbitas.

Em 2012, pois é. O primeiro a ser afetado será o sistema de GPS. Atravessar o Oceano Atlântico de veleiro, naquele ano, não será uma boa idéia. (A não ser que alguém na tripulação saiba ler um astrolábio. A tecnologia do século 15 funcionará. Principalmente no hemisfério norte, é bem possível que a rede elétrica pare de funcionar aqui e ali.

Esta será a primeira tempestade solar intensa que viveremos em plena era da internet, das redes sem fio WiFi, do GPS de uso vasto. Somos totalmente eletrônicos, digitais. Mas, diferentemente da tecnologia do século 15, a do século 21 é susceptível aos humores da estrela mais próxima. HDs vão deixar de funcionar de uma hora para a outra sem que seus donos compreendam o motivo.

A tempestade começa na superfície do Sol, com um vento solar. É um vento rápido, forte, carregado de prótons e elétrons que são lançados no espaço. A carga afeta os vários planetas do Sistema Solar de forma diferente. O campo eletromagnético da Terra nos protege na maioria das vezes da radiação – mas, nos picos da tempestade, não há jeito que nos salve. Ela vem.

O primeiro resultado é o aquecimento da atmosfera. O ar esquenta, a atmosfera se dilata e abocanha um naco que antes pertencia ao espaço. O resultado prático é que satélites de órbita baixa, repentinamente, não estão mais em órbita e sim na atmosfera. Se bobear, alguns caem.

A radiação de prótons e íons que entram no planeta afetam microchips. Eles param de funcionar. Sim, existem chips resistentes a este tipo de radiação – fundamentais para satélites ou naves espaciais. Mas aqueles encontrados dentro de nossos computadores não são assim.

Outra conseqüência da tempestade solar é que ela induz corrente – sim, surge energia elétrica do nada. Em Québec, o que ocorreu foi isso. Ao encontrar as linhas elétricas, os elétrons se concentraram ali. Deu sobrecarga, o sistema parou. Naquela primeira vez em que uma tempestade assim foi documentada, em 1859, enquanto vários telégrafos paravam de funcionar, ao menos dois operadores descobriram, estupefatos, que podiam continuar sua conversa normalmente mesmo após desligarem suas baterias. A linha estava eletrificada.

Há uma saída, claro: é fazer como Jocelyn Auricchio, especialista em games, ele está construindo uma casa. Nas paredes externas, pôs fios que nascem do telhado e escorregam até o chão, enterrando-se metros abaixo da superfície. É uma Gaiola de Faraday. Serve para desviar a eletricidade estática e proteger seu interior.

Fonte: www.vocesabia.net

 

Aneel aprova medida que pode encarecer energia

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje uma medida que pode encarecer em R$ 1 bilhão a conta de luz dos consumidores brasileiros em 2011. Foi aprovada a regulamentação da nova fórmula de cálculo da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), um encargo criado em 1973 que banca as despesas com a geração de energia no Norte do País, que não é interligado ao Sistema Elétrico Nacional.

As distribuidoras de energia dos chamados sistemas isolados poderão agora ser ressarcidas não apenas dos gastos com a compra de combustíveis, usados para a geração de energia, mas também de outras despesas, como o pagamento de impostos. Essa mudança irá elevar o valor que deve ser alocado na CCC anualmente.

A CCC é um dos encargos setoriais que pesam sobre a conta de luz de todos os consumidores brasileiros. Ela é administrada pela Eletrobras, que anualmente apresenta à Aneel uma projeção sobre qual será o valor a ser repassado para as distribuidoras da região Norte.

De acordo com técnicos da Aneel, a CCC consumiu cerca de R$ 3 bilhões em 2009, valor que foi elevado para aproximadamente R$ 4 bilhões em 2010. A estimativa inicial do órgão regulador é que a despesa da conta este ano chegará a R$ 5 bilhões. O valor exato só deve ser conhecido em abril, quando todas as distribuidoras do Norte do País já terão implantado seus sistemas de apuração de custos.

Fonte: www.diario.com.br

Chuveiro elétrico pode, sim, ser econômico

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Presente em 73% dos lares brasileiros, o chuveiro elétrico sempre foi apontado como o principal vilão da conta de luz. Mas uma pesquisa do Centro Internacional de Referência em Reuso da Água (Cirra), da Escola Politécnica da USP, mostra que tomar banho neste modelo de aparelho é mais econômico do que em equipamentos dotados de aquecedores solares e a gás.

 De vilão, o chuveiro elétrico passou a herói da conta de luz no fim do mês. Vamos à ela. Segundo o estudo, um banho de oito minutos com este aparelho custa, em média, R$ 0,30.  O mesmo banho sai por R$ 0,46 com aquecedores solares tradicionais, ou seja 53%  mais caro. Com aquecedores a gás, o custo é de R$ 0,59 (96% a mais). Com um boiler elétrico, ao custo de R$ 1,08  o mesmo banho sai  260% mais caro do que o chuveiro elétrico.

Outro dado importante da pesquisa é o consumo de água dos diversos sistemas  de aquecimento. Num tempo em que esse recurso é considerado o bem mais escasso do mundo - segundo dados da ONU, 1,8 bilhão de pessoas enfrentarão níveis críticos de falta de água já em 2025 -, a diferença pesa. Inclusive na conta.

De acordo com o estudo, a média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 litros por minuto. Mas no aquecedor à gás, a média foi de 8,7 litros por minuto. Ou seja, 107% maior que o consumo do chuveiro elétrico. Já o aquecedor solar obteve uma média de 8,4 litros por minuto (100% maior do que o chuveiro elétrico) e o boiler elétrico, 8,5 litros por minuto (102% maior do que o chuveiro elétrico).

 Segundo o professor e coordenador da pesquisa, Ivanildo Hespanhol, da Poli, os resultados resgatam o valor do chuveiro elétrico, uma invenção brasileira com mais de 80 anos de vida. "Mesmo antes da divulgação da pesquisa, mais da metade das pessoas que têm chuveiro elétrico em suas casas conheciam outras formas de aquecimento e não trocam o chuveiro elétrico", acrescenta o professor.

 Os resultados fazem parte do estudo Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, elaborado pelo Cirra. A pesquisa teve apoio do Grupo de Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

ANEEL abre audiência para definir novo padrão de medidor de energia

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O consumidor de energia elétrica terá mais participação e poder de fiscalização do serviço recebido a partir da instalação de medidores eletrônicos inteligentes. A diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou nesta terça (28/09) a abertura de audiência pública, com sessão presencial prevista para dezembro deste ano, para discutir o modelo de medidor inteligente que passará a ser instalado nas residências e estabelecimentos comerciais e industriais atendidas em baixa tensão*.

A proposta de resolução colocada em audiência prevê que os novos equipamentos possam apurar a tensão do fornecimento e a energia ativa e da energia reativa** consumidas, além de registrar o número e o tempo das interrupções para cálculo dos indicadores individuais de qualidade (DIC e FIC***).

Pela norma colocada em debate com a sociedade, o novo medidor também deverá informar a tarifa por horário de consumo e permitir a comunicação remota entre consumidor e distribuidora para verificação do consumo, suspensão do fornecimento e religação do serviço. Outra proposta é que o aparelho venha a permitir que o consumidor visualize o montante de energia consumida e as informações sobre continuidade do fornecimento.

O regulamento submetido à audiência propõe prazo de até 18 meses, a partir da publicação da resolução que vier a ser aprovada pela diretoria colegiada, para que as distribuidoras passem a utilizar o novo sistema de medição em novas ligações ou substituição, por qualquer motivo, do sistema existente. Ainda segundo o regulamento em discussão, os consumidores atendidos com os novos medidores deverão ser informados sobre as novas funcionalidades dos aparelhos.

Ainda segundo a proposta, se a distribuidora optar por realizar a troca em unidades consumidoras que, inicialmente, não sejam alvo da resolução, deverá avisar o consumidor com 30 dias de antecedência, por meio de correspondência específica, sem qualquer cobrança por eventuais adequações nos padrões. Inicialmente, as unidades consumidoras residenciais do "subgrupo B1 - baixa renda" não estão enquadradas na proposta.

Etapas futuras - A ANEEL estuda ainda a criação de um plano para substituição de todos os 63 milhões de medidores no longo prazo, que será o primeiro passo rumo a instalação de redes inteligentes (smart grids). Para isso, a Agência fará regulamentações paralelas que permitam a cobrança de tarifas diferenciadas por horário de consumo, o que possibilitará ao consumidor administrar seu consumo, a exemplo do que já acontece na telefonia, serviço no qual o valor da tarifa varia de acordo com o horário da ligação. No futuro, o sistema de medição inteligente possibilitará o registro da energia gerada por unidades consumidoras residenciais por meio de painéis solares e micro turbinas eólicas, por exemplo.

 


(*) O grupo B (baixa tensão) é caracterizado por unidades consumidoras atendidas em tensão inferior a 2,3 kV, com tarifa monômia (aplicável apenas ao consumo). As unidades consumidoras são classificadas em classes e subclasses pela distribuidora de acordo com a atividade nela exercida. O consumidor do tipo B1 é o residencial. O consumidor rural é chamado de B2, enquanto estabelecimentos comerciais ou industriais de pequeno porte são classificados como B3. A iluminação pública é enquadrada no subgrupo B4.


(**) Energia ativa produz trabalho, que é diretamente percebido pelo funcionamento de aparelhos. A energia reativa, apesar de não produzir trabalho, é necessária ao funcionamento de alguns equipamentos como lâmpadas fluorescentes, motores de geladeira, ar condicionado, computadores e transformadores. Como os dois tipos de energia trafegam nas redes elétricas, quanto menor for a quantidade de energia reativa consumida, maior a capacidade de trânsito de energia ativa. A relação entre essas duas formas de energia é dada pelo fator de potência, que mostra o grau de eficiência da utilização das redes. Quanto maior o fator de potência (que varia de 0 a 1), mais eficiente é o equipamento ou instalação elétrica.


(***) Indicadores de continuidade individuais (por unidade consumidora) cujo descumprimento gera direito à compensação ao consumidor de acordo com normas estabelecidas pelo Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (Prodist), previsto na Resolução Normativa nº. 395/2009. O DIC (Duração de Interrupção Individual por Unidade Consumidora) indica quanto tempo o consumidor ficou sem energia. O FIC (Frequência de Interrupção Individual por Unidade Consumidora) indica quantas vezes o fornecimento de energia foi interrompido.

 

Fonte: Aneel

Dia do Eletricista

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DIA DO ELETRICISTA

Dia do Eletricista

17 DE OUTUBRO

O eletricista é o profissional que trabalha com instalações elétricas, garantindo conforto e segurança nas ruas, nas casas e no ambiente de trabalho das pessoas.

Ele desenvolve estudos de esquemas elétricos e faz a manutenção e a modificação das instalações, conforme seja necessário. Essas instalações podem ser tanto de construções como de equipamentos, máquinas e veículos.

O Instituto Brasileiro do Cobre, ou Procobre, organizou, em 1998, um banco de dados de eletricistas. Para que o eletricista possa se cadastrar no banco de dados, ele faz uma avaliação com prova teórica e prática. Se for aprovado, seu nome é disponibilizado no site da Procobre.

As avaliações são baseadas na normalização de instalações elétricas brasileiras ( NBR 5410 ) e atende a eletricistas que atuam em instalações prediais e residenciais. O nível escolar exigido do eletricista é o fundamental.

NORMAS

As primeiras normas para instalações elétricas no Brasil surgiram por volta de 1940 e sua primeira revisão foi em 1960. A segunda revisão foi feita em 1980, depois outra em 1990 e a última, em 1997.

 

 

Komeco Lança Campanha de Verão 2011

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Tradicional marca de aquecedores e condicionadores de ar anuncia o lançamento da campanha amanhã, dia 02 de setembro.

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A estratégia de marketing foi desenhada por Clarice Magagnin e equipe, com criação da agência MOB. “Chega de Calor” é o tema da campanha de verão 2011, na qualsimpáticos “pinguins” são os responsáveis por fazer o anúncio oficial da chegada do verão, trazendo o Split como a solução para os dias quentes típicos de um País tropical como o nosso.

Com um investimento superior a R$ 500 mil, a campanha tem abrangência nacional com duração de cinco meses - até fevereiro de 2011. “Há mais de 10 anos que a empresa faz altos investimentos em comunicação visual e marketing, acreditamos nessa ferramenta e apostamos neste formato lúdico dos pinguins, que desperta a atençao do consumidor de forma diferente e impactante”, afirma Clarice Magagnin, gerente de marketing da Komeco.

O enxoval da campanha é completo, vai desde as diversas peças para o ponto de venda até mídia segmentada, incluindo as estações promocionais com Iglu Inflável, espalhados pelos homecenters de todo o País. Outro diferencial são os brindes que contemplam clientes e representantes.

Fonte: Acontecendoaqui